Ontem à noite meu filho me bateu, e eu não chorei.

Ele me encarou com um sorriso forçado.

“Não?”, repetiu. “Desde quando você tem o direito de dizer não?”

“Sou eu quem paga esta casa”, eu disse, com as mãos tremendo. “É só isso que importa. Chega, Ethan. Não vou te dar mais um centavo para sua bebida, suas noitadas ou suas mentiras.”

Leia mais na próxima página

Sua expressão mudou instantaneamente. Seu maxilar se contraiu. Seus olhos ficaram vazios.

“Não fale comigo assim.”

“Estou falando com você do jeito que deveria ter falado há muito tempo.”

Ele soltou uma risada fria e sem humor.

“Ah, é? Então aprenda o seu lugar.”