Tive meus gêmeos aos dezessete anos. Enquanto outras garotas se preocupavam com o baile de formatura e o vestibular, eu me preocupava com fraldas e em esconder os enjoos matinais dos professores.
O pai deles, Evan — meu namorado do ensino médio, astro do basquete — jurava que me amava.
Quando engravidei, fiquei apavorada, mas contei para ele mesmo assim. A reação dele foi imediata: “A gente dá um jeito, amor. Eu te amo. Somos uma família. Estarei aqui. Sempre.”
Na manhã seguinte, ele DESAPARECEU. Sem mensagem. Sem ligação. Sem explicação.
Criei Noah e Liam sozinha. Foi brutal. Passei anos conciliando a maternidade com a faculdade, depois com o trabalho, e depois com qualquer bico que eu conseguisse para pagar o aluguel, as contas e a fórmula infantil.
Mas nós sobrevivemos.