Durante seis meses, deixei meu namorado e a família dele zombarem de mim em árabe, pensando que eu era apenas uma americana ingênua que não entendia nada. Eles não faziam ideia de que eu era fluente em árabe!

“Sabe”, eu disse baixinho, “doeu no começo. Mas agora sou grata. Porque finalmente sei quem realmente me respeita — e quem nunca respeitou.”

Por um longo momento, ninguém se mexeu. Então meu pai, completamente alheio ao que havia sido dito, perguntou: “Está tudo bem?”

Olhei para Rami. “Não, pai. Não.”

Naquela noite, terminei o noivado.

Rami implorou para que eu reconsiderasse, gaguejando em ambos os idiomas. “Eles não falaram sério! Foi só uma brincadeira de família!”

“Então talvez”, eu disse friamente, “você devesse se casar com alguém que goste disso.”