O silêncio.
O próprio ar.
Entrei esperando uma noite normal.
Em vez disso, encontrei minha filha sussurrando de dor, com medo da própria mãe, implorando para que eu não piorasse as coisas, só para saber a verdade.
E naquele instante, eu soube que aquilo era apenas o começo.
Porque quando uma criança diz algo assim… a verdade não fica escondida por muito tempo.
Ajoelhei-me, falando em voz suave.
“Você fez a coisa certa em me contar”, eu disse.
Ela ainda não conseguia me encarar.
“Há quanto tempo você está com dor?”