Essas palavras soaram diferentes na minha cabeça algumas horas depois.
Mas naquela manhã, pareciam inofensivas.
O Hospital Lakeside cheirava a antisséptico e café queimado.
A maternidade estava mais silenciosa do que eu imaginava; a luz do sol filtrava pelas janelas estreitas e refletia nos azulejos polidos. As enfermeiras se moviam com uma eficiência serena. Os visitantes cochichavam. Balões flutuavam do lado de fora das portas dos quartos.
Aproximei-me da recepção.
“Olá, estou aqui para ver a Sierra Adams”, disse alegremente.
A recepcionista sorriu e me indicou o caminho pelo corredor.
“Quarto 312.”