Bem à sua frente estava uma árvore estranha que não estava ali antes. A árvore parecia viçosa, quase viva, e em um de seus galhos havia algo.
Era um bebê.
Um pequeno bebê cuidadosamente envolto em folhas verdes.
O coração de Aduke quase parou. Ela se aproximou lentamente. O bebê estava vivo, respirando, quieto.
De repente, a árvore começou a tremer violentamente diante de seus olhos. Então algo inacreditável aconteceu.
Uma velha saiu da árvore.
O corpo da velha parecia magro e seco, quase como madeira. Ela parecia parte da própria floresta.
Aduke tremia de medo.
A velha falou.
“Meu nome é Kuduku. Ouvi seu choro ontem à noite”, disse ela com uma voz seca e profunda. “Você